Quando comecei a tocar violão, aos doze anos de idade, estudava temas da música clássica e da MPB. Só um pouco mais tarde é que dois fatos fariam com que esses estilos fossem trocados pela admiração ao rock, especialmente ao hard rock e ao rock progressivo. Na época da minha iniciação musical todo o acesso ao mundo da música era muito difícil, pois as informações eram escassas e existiam poucas revistas e programas de TV e rádio voltados ao rock, mas os dois acontecimentos me marcaram muito e foram decisivos para que me aproximasse mais do heavy metal. O primeiro deles ocorreu da seguinte forma: em Porto Alegre havia um programa de rádio chamado “Arrasa Quarteirão”, o qual tocava os principais lançamentos do rock pesado e progressivo. Era comum ouvir em primeira mão (quer dizer, primeira mão para os ouvintes da rádio, pois as músicas costumavam ter sido lançadas há uns dois anos antes desse “lançamento” na rádio!!) músicas recém saídas do forno, como The Number of the Beast, de uma banda inglesa curiosamente chamada Iron Maiden; ou Ace of Spade, do Motorhead e Mob Rules, do Black Sabbath. O segundo evento decisivo para a mudança citada acima foi o fato de existir uma loja especializada que atendia a todos os curiosos por estes novos sons que estavam surgindo. Foi uma época de descoberta de novas bandas, sons, capas de discos, etc.

Com tantas novas descobertas, foi com a banda Yes que me interessei pelo progressivo e, mais do que isso, foi o “encontro” com essa banda que, de certa forma, iniciaria o meu futuro como baixista, pois Chris Squire, baixista do Yes, chamou muito a minha atenção pela maneira como conduzia as harmonias e melodias nas intrincadas músicas da banda. Para mim, era uma nova abordagem a ser respeitada e estudada.

Tempos depois, já adepto ao estilo e familiarizado ao novo instrumento, surgiu o primeiro convite para tocar em uma banda de rock. Foi no ano de 1989 que o arranjador, compositor e guitarrista Charles Vianna me convidou para participar da banda de rock progressivo Fohat, na minha cidade Gravataí, a poucos quilômetros de Porto Alegre. Acontece que havia um pequeno detalhe (não tão pequeno assim!!): eu não tinha instrumento! Mas felizmente a banda tinha um velho contrabaixo Giannini no qual pude aprender as primeiras linhas. O primeiro show que fiz com essa banda foi inesquecível, pois ao chegar ao local, o equipamento era um Giannini Duovox, uma lenda dos amps brasileiros. Até hoje me lembro daquele som incrível! Foram cerca de 100 apresentações em diversas cidades do Rio Grande do Sul com a Fohat. O interessante é que sempre tocávamos repertório próprio, com poucos covers no set list, e mesmo assim conseguíamos tocar bastante, principalmente pela forte união e disciplina que tínhamos. Participamos de vários festivais, inclusive chegamos à final de um grande concurso de bandas de rock promovido por uma forte emissora de TV de Porto Alegre. A música que tocamos, chamada Alienígena, fazia uma referência ao personagem de HQ O Surfista Prateado, e foi um sucesso em nossa cidade. Toquei com essa banda até 1993. AFohat foi um grande aprendizado, mas eu estava querendo mudar de horizontes.

Um ano após minha saída da banda, havia uma onda de rock pesado em todo o país: bandas como Mr. Big, Pantera, Dream Theater, Skid Row, Metallica, Guns´n´Roses, Iron Maiden tocavam sem parar nas rádios. E foi no embalo desta onda que formei, junto a outros músicos da cidade, a minha própria banda, chamada Alma Beat. Este era o nome de um livro publicado por Eduardo Bueno, jornalista porto-alegrense que mais tarde ficaria conhecido no Brasil pela publicação do livro A Viagem do Descobrimento, contando a história do Brasil na época do descobrimento. Mas por que a escolha de Alma Beat para o nome da banda? Quem leu o livro sabe que ele faz um apanhado histórico sobre a geração beatnik americana dos anos 50, que incluia Allen Ginsberg, Jack Kerouac e outros malucos que inventaram o movimento alternativo. Com este espírito batizamos a banda e caímos na estrada.

Nesse momento, muitas coisas já haviam mudado em relação ao cenário em que minha iniciação musical efetivou-se: agora havia revistas, lojas e programas especializados em rock e em todos os seus subgêneros. Isso fez com que eu buscasse mais conhecimento sobre contrabaixo, amplificadores, periféricos e principalmente estudos de teoria musical. Outra coisa que também já estava bem diferente era meu equipamento. Como buscava um instrumento de qualidade acima do que normalmente eu possuía, encomendei um contrabaixo ao luthier Domingos Fialho, o qual era conhecido por ter desenvolvido os primeiros instrumentos para o guitarrista gaúcho Frank Solari e mais uma dúzia de instrumentistas importantes de Porto Alegre. O que eu não sabia é que ele demoraria seis meses para entregá-lo. Foi um período angustiante... chegava a ir duas vezes por semana na oficina do cara em busca de informações sobre o meu baixo. Finalmente, na véspera de um show importante, Fialho entregou-me o instrumento tão esperado, mesmo faltando alguns detalhes na pintura. Lembra do Chris Squire? Continuei estudando suas técnicas, agora com o tão esperado baixo. Outros baixistas, entretanto, já estavam presentes: Billy Sheehan, Steve Harris e um cara dos anos 70 que já havia escutado nos anos 80, mas sem prestar muita atenção, chamado Glenn Hughes, do Deep Purple. Ele me impressionou bastante com seus improvisos em cima das bases do batera Ian Paice.

Em 1994, ainda, a Alma Beat começou a ensaiar e as primeiras composições surgiram. Muitas delas obtiveram a parceria do guitarrista Luciano Franco. Este foi um momento de muita inspiração, tanto que nosso repertório incluía cerca de quinze músicas próprias e clássicos de todas as bandas já citadas anteriormente. Além disso, grande característica da banda eram as fortes apresentações nos shows. Em Gravataí, as pessoas falavam que éramos uma mistura de Pantera com Mr. Big, o que era engraçado e gratificante ao mesmo tempo. Foi um período muito bom no qual pude aprimorar várias técnicas que ainda não conhecia na minha primeira banda, a Fohat.

Aquela onda de rock na primeira metade da década de 90 foi tão promissora que não inspirou somente a formação da minha banda, mas também acabei por montar uma loja chamada Riffmaker, onde vendia cds, camisetas, VHSs, palhetas, cordas, etc. A loja ficava em Gravataí e ficou apenas um ano aberta, pois eu continuava trabalhando em um emprego fixo, ou seja, não tinha tempo suficiente para dedicar-me à loja. Já a banda Alma Beat encerrou suas atividades só dois anos mais tarde, em 1996, mas não por falta de dedicação, e sim por falta de espaço, uma vez que nessa época todo o cenário estava sendo engolido pela cena grunge de Seattle, e o hard rock acabou cedendo às novas tendências.

Durante os anos de 1997 e 1998 apenas segui tocando em casa sem maiores pretensões. Foram anos difíceis, pois estava decidido a me desfazer de meu equipamento, o que felizmente não ocorreu! No final de 1998, um amigo chamado Juliano me falou que perto da sua casa havia uma banda de heavy metal, que os caras ensaiavam feito malucos e que iriam abrir o show do Angra, em Porto Alegre, em novembro do mesmo ano. Foi apenas um comentário do meu amigo, mas guardei na memória porque gostava muito do Angra e pretendia ir ao show. Uma forte tempestade que caiu sobre a cidade fez com que o show fosse cancelado, me desanimando ainda mais. Uma semana após o ocorrido (o não ocorrido, de fato!), coloquei um anúncio em um jornal para a venda de um amplificador. Na mesma página, ao lado do meu anúncio, estava publicado o seguinte: “Banda Hangar procura baixista com influências de Dream Theater, Stratovarius, etc...” Na mesma hora lembrei que essa banda era a mesma sobre a qual o Juliano tinha feito o comentário. Pensei um pouco... até que resolvi ligar para o número indicado no jornal. A primeira voz do Hangar que ouvi foi a de um cara muito receptivo, com bom humor e um nome um tanto estranho: Aquiles.

Após esse primeiro contato, resolvemos nos encontrar em um shopping center para conversar. Nos encontramos, então, pela primeira vez, no dia 23 de dezembro de 1998, o que causou uma grande surpresa, pois eu esperava uma turma de cabeludos vestidos de preto, mas apareceram três caras de cabelo curto, e dois ainda usavam óculos: Aquiles e Michael, e o guitarrista da banda, naquela época, Cristiano. Apesar de nunca ter tocado em uma banda de heavy metal, e daquela não ser bem a minha praia, o papo rolou na boa. O teste que os caras da banda propuseram naquele dia parecia mais um desafio para mim, pois me deram uma fita que tinha oito músicas de bandas como Malmsteen, Dream Theater, Helloween e Stratovarius, e fazia dois anos que não tocava e nem ouvia nada parecido. Fiquei muito apreensivo, mas ao mesmo tempo pude observar um pouco de cada um dos integrantes do que viria a ser a minha futura banda. A primeira impressão que tive do Mike foi de um cara tranqüilo e calmo, e eu realmente não me enganei: era o tipo “boa praça” da banda! O Cristiano era mais inquieto e gostei muito da maneira como ele tocava guitarra, pois era um som bem original. O Aquiles era mais participativo do que os outros e mantinha sempre um bom humor incrível.

O Hangar já estava gravando seu primeiro álbum, e no início de janeiro de 1999 compareci ao estúdio para acompanhar a mixagem e “fazer um social”. A primeira música que escutei foi Voices. Achei o som estranho, já que a minha referência de heavy metal melódico era o Angra, e Voices é uma música pesadíssima. Lembro-me que falei para o Aquiles que, antes de ouvir essa música, achava que o som fosse mais melódico. Cheguei a cantarolar um pedaço de uma música da Alma Beat, chamada Sweet Mary, como comparação, o que foi um grande erro, pois até hoje ele se lembra disso e fica tirando a maior onda com a minha cara, imitando o meu jeito de cantar tal música! Fui embora do estúdio com a ”pulga atrás da orelha”.

Marcamos o meu teste durante minhas férias, pois assim teria algum tempo para aprender as músicas. Em fevereiro, finalmente, conseguimos nos reunir. Embora eu não tivesse aprendido ainda todas as músicas, sabia o suficiente para tocar e saber o resultado. Se estava apreensivo antes, fiquei ainda mais, pois como não tocamos todas as músicas, isso provocou o seguinte comentário do Aquiles: “pô, se você não estava preparado, não devia nem ter vindo!” Quer dizer, rolou o primeiro stress. Mas tudo bem... continuei a tocar até chegarmos a uma música chamada Visions, do Stratovarius, que tem cerca de 10 minutos. Eu havia aprendido está música muito rapidamente e acho que a banda gostou, inclusive o Michael me confessou, anos depois, que nem eles sabiam tocá-la, mas tinham colocado a música na fita só pra ver como eu iria me sair. Fazer o quê...?! Após o teste, começamos a conversar e a nos encontrar bastante. De todos os atributos da banda, o que mais me chamou a atenção foi a determinação que eles tinham. Estavam realmente determinados a tornar o Hangar uma grande banda, e lançaram o primeiro CD em 1999, o Last Time. Não gravei e não compus nada neste CD, por isso considero meus três primeiros anos de banda como adaptação à maneira de tocar um estilo completamente diferente do que estava acostumado. Nesse processo, foi fundamental a convivência com os integrantes da banda.

Lembro-me que nossos ensaios, às vezes, duravam oito horas. Era uma loucura! Muitas vezes pensei em sair da banda, pois a pressão era muito forte e eu realmente não estava acostumado com isso. Às vezes ensaiávamos domingo pela manha e lá pelo meio dia minha esposa, chamada Ceres, ligava-nos para avisar que o almoço já estava pronto. Também costumávamos nos encontrar no sítio da minha sogra, em Gravataí, um lugar quase rural com bastante verde. Uma vez resolvemos fazer um churrasco e, como o pessoal não chegava, resolvi adiantar o almoço. O problema é que a carne começou a ficar seca e o churrasco ficou horrível! Quando o pessoal chegou passei a maior vergonha! Imaginem o Aquiles pegando no pé dizendo que eu era um gaúcho que não sabia fazer churrasco! Apesar de tudo, acho que foi essa aproximação que fez com que eu mudasse de idéia quanto a deixar a banda. Era óbvio que o grupo queria levar adiante o projeto, e a amizade era parte essencial para que isso desse certo. Outro fator fundamental foi o apoio que recebi da Ceres. Ela sempre esteve ao meu lado e apoiou todas as minhas decisões.

Fizemos vários shows a partir de 1999 para lançar o Last Time, especialmente em Porto alegre. No segundo semestre aconteceu algo muito marcante: pela primeira vez viajamos de ônibus dezoito horas intermináveis para tocar, também pela primeira vez, em São Paulo, no lendário Black Jack. Enfim, foram dois anos de correria total divulgando o CD e ensaiando muito.

Tudo parecia ir bem, quando tivemos a surpresa desagradável de que o Cristiano deixaria a banda. Além de guitarrista, ele era um dos principais compositores, e já estávamos no início das composições para o segundo CD. Lembro-me do quanto o Aquiles e o Michael sentiram o impacto dessa alteração. Temendo ter de recomeçar do zero, um nome muito conhecido na cena metal dos pampas me veio à mente, e logo liguei para ele: Eduardo Martinez. Convidei-o para conhecer a banda, pois achava que ele era a pessoa certa para o posto pelo seu histórico e vasto conhecimento teórico musical. Felizmente não estava enganado: ele realmente era a pessoa certa!

Da parceria com o Martinez surgiu a primeira composição que fiz para o Hangar, chamada To Tame a Land, que faria parte do nosso segundo álbum. Compusemos o CD até abril de 2000. Apesar do tempo com a banda, sempre fui um baixista direcionado para o hard rock e o progressivo, e o metal da maneira como o Hangar tocava ainda era uma novidade para mim. Sabia que era preciso desenvolver outras técnicas que me permitissem estar dentro do padrão de som que a banda exigia, e nesse processo o Aquiles foi fundamental. Com seu jeito peculiar de tocar e seus “malditos” bumbos complicados, ele foi importante para a minha autodisciplina, e disciplina e bom gosto são fundamentais para uma boa linha de baixo. Uma das primeiras mudanças foi adaptar-me ao uso da palheta, recurso por vezes odiado por baixistas, mas fundamental para conseguir chegar aos andamentos, digamos, um tanto exorbitantes em que tocávamos. Mas não foi só isso! Tive que reciclar meus estudos e adquirir outras maneiras de tocar como, por exemplo, a técnica de três dedos.

Ainda em 2000 fui a São Paulo registrar o segundo CD do Hangar, chamado Inside Your Soul. Foi a minha primeira experiência gravando. Esta época foi muito conturbada para mim. Eu continuava a trabalhar em uma multinacional de telefonia fixa e tinha muito pouco tempo para ensaios, viagens e compromissos com a banda. Tive que repensar a minha posição novamente: Continuar com aquela loucura ou esquecer tudo? Mais uma vez a banda, principalmente o Aquiles, e minha esposa Ceres foram essenciais, pois eles me deram a segurança necessária para continuar, independente de ter tempo ou não para fazer corretamente tudo o que precisava ser feito.

O CD foi lançado em maio de 2001, e entre a data de lançamento e 2003, fizemos vários shows, com destaque na abertura para a banda americana Savatage, no Via Funchal (São Paulo, 2001); e a Tour Nordeste, no verão de 2003. Durante este período aconteceu algo muito importante: a entrada do Aquiles e do Fábio no Angra. Eu era um fã da banda e fiquei muito contente pelo que aconteceu, mas ao mesmo tempo fiquei muito apreensivo, pois isso poderia significar o fim do Hangar. Fiquei com este ponto de interrogação por um tempo, mas lembro-me que o Aquiles, na sua primeira tour com o Angra pela Europa, me ligou da Alemanha. Sabem para quê? Para cobrar, lógico! Mas não fiquei bravo, não! Muito pelo contrário: fiquei muito contente! Depois vieram ligações da Espanha, da Grécia... e eu fiquei estressado com a conta de telefone? Não, claro que não! Era por uma boa causa!

Lembro-me da primeira vez que vi o Angra tocando em um programa de televisão na TV Educativa, em um sábado à noite. Eu estava na sala e comecei a falar para todos: “olha lá o Aquiles e o Fábio, eles tocam comigo!” Estranho... era muito estranho ver os dois tocando com outra banda. Falávamos bastante que ainda iríamos gravar um novo CD e continuar nossa história. Eu resolvi que tinha que acreditar no que eles me falavam. Apostei e acreditei.

No ano seguinte, 2004, comecei a compor músicas para o terceiro CD do Hangar. Passávamos sábados inteiros na casa do Martinez gravando takes em fitas cassetes comuns, que se tornariam embriões de várias músicas. Enquanto isso, o Aquiles seguia sua jornada com o Angra e nós sempre acreditando no novo CD da nossa banda. Nesse mesmo ano, fiz alguns shows esporádicos e participações especiais em bandas de amigos, como o “Tributo ao Iron Maiden”, com integrantes do Scelerata. Outra participação foi em 2005, quando aceitei o convite feito pelo guitarrista Luciano Franco (Alma Beat) para tocar com a banda Os Cães de Aluguel, um set somente com clássicos do rock dos anos 60 e 70. Passei dois anos fazendo apresentações em bares e pubs do sul do país com essa banda.

Em janeiro de 2005, fomos gravar o CD demo daquilo que seria o novo CD do Hangar. O Aquiles e o Fábio iam viajar para a Europa e Japão em fevereiro, portanto tivemos de correr para terminar as músicas, ensaiar e depois gravá-las, pois eles queriam levar a demo. Durante a gravação, pela primeira vez tivemos algumas discussões sobre linhas vocais e interpretação das músicas. Acho que foi o início do que viria a ocorrer meses depois, mais precisamente seis meses depois: foi quando o Mike saiu da banda. Eu senti bastante... Além de ter que deixar um companheiro partir, estávamos sem vocalista, e tínhamos que dar continuidade ao trabalho.

Em julho de 2006, nos reunimos novamente em São Paulo, desta vez somente eu, Aquiles, Fábio e Martinez. Fiquei quatro dias e tive que voltar para o sul. Isso me deixou triste, mas ao mesmo tempo fiquei muito tranqüilo, pois senti que todos os integrantes estavam envolvidos com as letras, as melodias e os arranjos das novas músicas. O trabalho feito pelo Aquiles nas letras e as melodias em conjunto com o Fábio ficaram excelentes. Acho que a banda deu um grande salto de qualidade, mas antes de partir ainda faltava resolver uma grande questão: quem iria cantar com a banda? Para saber como isso foi resolvido, vale a pena ler a biografia da banda! O que posso garantir é que fizemos a escolha certa!

Já em novembro de 2006, registrei os baixos para o novo cd do Hangar, sem dúvida alguma o trabalho mais importante em todos estes anos como baixista.

Em janeiro de 2007 montei, junto com o guitarrista Eduardo Martinez e o tecladista Marcelo Rodrigues, a banda RIFFMAKER (em homenagem ao nome da minha antiga loja), com a qual tocamos vários clássicos do hard rock de todas as décadas. Também acabei de gravar os baixos para cinco musicas da banda Artheria, novo trabalho do vocalista Michael Polchowicz (ex-Hangar).

Enfim, posso dizer que são dezoito anos de contrabaixo, três bandas com trabalhos autorais e duas bandas de covers. Nestes anos todos, sempre procurei ser perseverante e apostar na intuição quando escolhia os músicos com os quais iria tocar, e acho que fiz as opções certas. Espero muito em breve estar na estrada com o novo CD do Hangar, mostrando este novo grande trabalho.

Abraço a todos!


Acesse também o myspace oficial do Nando Mello: